“A impressão que eu tenho é de que o governo ainda não começou. Vamos aguardar mais 100 dias para que o governo comece e nós possamos fazer uma nova avaliação. É bom sempre a gente lembrar que a história se repete como tragédia e depois como comédia ou vice e versa”.
Ilhéus, prestes a completar 480 anos, passa por mais uma prova de fogo, a de suportar por mais (4) anos o mesmo grupo que sempre a maltratou. Jabes Sousa Ribeiro, eleito com ( 43%) dos votos válidos, chegou pela quarta vez ao palácio Paranaguá, mas desta vez não foi nos braços do povo.
Aos poucos o povo na sua imensa sabedoria vai apreendendo a reconhecer e abolir as falsas promessas e a postar no novo, infelizmente, a falta de perseverança de alguns novos lideres, se deixaram encantar pelas doces promessas do experiente sedutor, e as opções de fazer uma frente se dividiram, abrindo o espaço para mais uma vez Ilhéus volte ao marasmo. No entanto, o rei está ferido, a sua vaidade não admite que (57%) do povo tentasse uma outra alternativa. Achava que iria voltar carregado pelo povo.
Para os cientistas políticos uma vitória como esta tem mais sabor de derrota do que a própria derrota em si.
Afinal estamos lidando com um politico vaidoso que arrotava nos corredores do poder da capital que aqui quem mandava era ele. *Jabes amarga o pior começo de governo da história deste município, qualquer um novo gestor teria todo direito de reclamar, a exemplo de Vane na vizinha Itabuna, mas Jabes não. Tudo que hoje está acontecendo no município é reflexo dos últimos vinte anos administrado de forma direta e indireta por Jabes e seu grupo.
O discurso de miséria já virou rotina, ao ponto dos representantes das instituições pensarem duas vezes em convidar o gestor para qualquer evento, nem mesmo as carpideiras dos romances de Jorge Amado choravam tanto. Achando pouco, ele conseguiu através do (PP), partido do qual ainda é Secretário Geral , todos os horários televisivos de propaganda partidária para se lamentar do estado em que encontrou a cidade. No entanto, esqueceu tudo que ele deixou em 2005: salários atrasados; obras inacabadas, débitos de R$5.000.000,00 ( veja Aqui ) e outras “coisas mais”.
Ao completar “100 dias”, a cidade não evoluiu nada. A saúde atinge um quadro absurdo de descasos com gente morrendo diariamente nos principais hospitais por falta de atendimento adequado, mulher tendo que dar a luz na porta de hospital, postos de saúde fechados, falta de medicamentos, índice elevado de dengue, corredores de hospitais cheios, SAMU funcionando com uma só ambulância para atender mais de 250 000 habitantes;
As ruas continuam esburacadas, apesar da (SETRAS ) continuar faturando com multas, o lixo ainda deixa a desejar, a cidade turística que expõe uma sujeira visível nas calçadas do centro provocando asco, um trânsito caótico servindo de laboratório para vários engenheiros de transito mostrar suas habilidades em caos, um transporte coletivo caro, sucateado e sem capacidade de atender as demandas do povo ; Há uma verdadeira população de indigentes na cidade, mendigos , loucos e usuários de drogas e não vimos nenhuma atitude por parte do gestor e seus parceiros para resolver esta questão. Se formos pontuar aqui teríamos paginas e paginas de erros a apontar.
A insatisfação dos ilheenses com o inicio do governo de Jabes Ribeiro é o assunto mais debatido nas ruas e nas redes sócias (Veja Aqui)
Ed Ferreira
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