domingo, 22 de setembro de 2019

AFRODESCENDENTE

  • Afrodescendente... É o nome de batismo dessa peça surreal idealizada por Ed Ferreira. 



Peça formada da união de três peças de formatos naturais em arenito. O arenito é uma rocha sedimentar que resulta da compactação e litificação de um material granular da dimensão das areias. 


O arenito é composto normalmente por quartzo, mas pode ter quantidades apreciáveis de feldspatos, micas e/ou impurezas. Os arenitos são rochas lapidificadas constituídas por areias aglutinadas por um cimento natural, que geralmente caracteriza a rocha. 



Peça adquirida por um colecionador de arte de Salvador.

MPF pede que Ministério da Economia autorize concurso para contratar 2.054 funcionários do Ibama




Funcionários do Ibama durante operação de fiscalização "Guardiões da Vida", na BR-319/AM, em maio de 2015. — Foto: Ditec_Ibama/AM


O Ministério Público Federal (MPF) recomendou que o ministro da Economia, Paulo Guedes, autorize, em até 30 dias úteis, a realização de concurso para repor déficit de mais de 2 mil funcionários no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).


O parecer, da 4ª Câmara de Coordenação e Revisão de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural, foi assinado na última quinta-feira (5) e cita a queda no número de autuações ambientais em um cenário de aumento nos alertas de desmatamento e queimadas como justificativa.


Na recomendação, o MPF alerta que o Ibama já formalizou um pedido de abertura de concurso público, para preencher 2.054 vagas, mas não houve ainda notícia de qualquer autorização por parte do Ministério da Economia. Em nota, a pasta disse que ainda não foi notificada oficialmente sobre a recomendação e que "não há previsão de autorizações de concursos em 2019 e 2020, somente casos excepcionais poderão ser atendidos" (veja a íntegra da nota abaixo).


O MPF recomenda ainda que o Ibama, em até 15 dias úteis, elabore um cronograma para a realização do concurso, cujo prazo de tramitação, até a posse dos aprovados, não deve ultrapassar 180 dias.




Recomendação do MPF pede que Paulo Guedes autorize concurso para o Ibama. — Foto: MPF/Reprodução

Argumentos do MPF

O pedido da Procuradoria é baseado, entre outros, nos seguintes argumentos:

As autuações ambientais do Ibama estão caindo: segundo dados do próprio Ibama, de janeiro a agosto deste ano as autuações caíram 29% em todo o país, 38% em crimes contra a flora e 41% nos nove estados que compõem a Amazônia Legal;
Fiscais do Ibama estão envelhecendo: a maior parte (58%) dos fiscais ambientais tinha mais de 50 anos em 2016, idade que dificulta a realização de ações de campo, segundo relatório da Controladoria Geral da União (CGU);
Aposentadoria de agentes ambientais: pelo menos 38% dos agentes federais do Ibama já possuíam, em 2016, mais de 30 anos de tempo de serviço, ou seja, já poderiam se aposentar, segundo a CGU;
Focos de queimadas estão aumentando: a quantidade de focos ativos detectados pelo Inpe para os oito primeiros meses do ano é a maior dos últimos 9 anos;
As taxas de desmatamento linear estão em alta enquanto o orçamento do Ibama e o número de servidores ativos está em queda, segundo dados do Ibama de 2012 a 2016.



Gráfico do MPF compara taxa de desmatamento linear, orçamento e pessoal do Ibama — Foto: MPF/Divulgação

Nota do Ministério da Economia:


O Ministério da Economia (ME) informa que ainda não foi notificado oficialmente sobre a recomendação do Ministério Público Federal (MPF) e não tem como se manifestar no momento. A propósito, é importante registrar que a análise anual dos pedidos para concursos públicos segue o rito estabelecido no Decreto 9.739, de março de 2019. Este normativo estabeleceu novos critérios técnicos para os pedidos de concursos públicos. Todos os órgãos federais devem seguir estas regras ao elaborar sua solicitação ao ME.

O ministério informa, ainda, que não há previsão de autorizações de concursos em 2019 e 2020, somente casos excepcionais poderão ser atendidos. Como não há previsão de novos concursos públicos, o governo utilizará ferramentas, como a Portaria nº 193, para movimentar servidores e levar profissionais para as áreas que mais necessitam.

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Caminhada # VEM PORTO SUL

VEM PORTO SUL… 
VEM… E MOSTRA QUE É POSSÍVEL DESENVOLVER E CUIDAR. 
VEM… E MOSTRA QUE É POSSÍVEL DESENVOLVER E CONSERVAR. 
VEM… E MOSTRA QUE É POSSÍVEL DESENVOLVER E ASSEGURAR O FUTURO. 
VEM… E CRIA NOVAS OPORTUNIDADES PARA NOSSO POVO.


Percebemos que mesmo de forma reduzida que mais pessoas se sentem parte da biodiversidade e assumem, cada vez mais, suas responsabilidades frente as questões ambientais. Para a  população é importante o cuidado e a proteção do meio ambiente, destacando que este cuidado é necessário à nossa sobrevivência para as futuras gerações. Mas, na prática, a realidade é bem diferente, a população ainda apresenta hábitos predatórios ao meio ambiente e à sua própria qualidade de vida, esquecendo se que todos os atos por menores que sejam tem um reflexo importante no somatório, porém, aumenta a disposição para atitudes proativas. 



Tomam para si às dores sensacionalistas do ambientalismo extremista, alimentado por meio de um jornalismo sem os princípios mais elementares que parecem ter sido abandonados. Há uma nova geração de repórteres, blogueiros que se dizem “ambientalistas”, que se submetem a realizar matérias histéricas e alarmistas em troca de empregos ou de garantia de uma boa remuneração. Uma distorção proposital nessa mídia no que se refere às questões ambientais, esse viés cresceu ao ponto de atingir a histeria irracional. O resultado disso é que o público está largamente desinformado sobre esta e outras questões ambientais de forma honesta.


Atividades em APP e APA por aqueles que se opõem ao  Porto Sul! 
Boa parte dessa população que se opõe as grandes obras estruturantes, fomentado pelo radicalismo ambiental, via imprensa, esquece da parte mais elementar de cuidar do meio em que vive. Os exemplos de ações como a prática simples como aderir a uma campanha para reduzir o consumo de sacolas plásticas, que depende da atitude individual encontra dificuldades, a grande maioria não tem o hábito de levar a própria sacola ou carrinho ao supermercado. Boa parte ainda possuem hábitos prejudiciais, sobretudo no descarte incorreto de itens como pilhas, baterias e lixo eletrônico, copos e canudos plásticos. A maior parte da população ainda não separa lixo de acordo com sua categoria. Eu não percebo os defensores radicais protegendo os mananciais, os manguezais das invasões! Por que será? A explicação é que esses atos não dão ibope.

UMA NOVA ERA DE CONSCIÊNCIA ESTÁ NASCENDO...

Hoje o bom senso nos orienta que devemos conservar e produzir. Cuidar do meio ambiente, das pessoas e da economia do espaço onde se vive, ou seja, um Desenvolvimento Sustentável. Podemos se desenvolver sem a destruição dos recursos naturais, que é apenas parte do problema. Todo espaço usado para o desenvolvimento de qualquer ordem terá que ter uma compensação espontânea por parte de quem o faz. Mas, essa consciência deve ser nascer por meio da educação e orientação das novas gerações. Não devemos deixar de se desenvolver e ficar a margem de outras regiões, desde que tenhamos os cuidados necessários para evitar os impactos negativos e/ou recompor de forma responsável.De acordo com Dr Evaristo Eduardo de Miranda, chefe-geral da unidade de monitoramento por satélite da EMBRAPA:
“O ambientalismo não entendeu o conceito de desenvolvimento sustentável. (...) outra tendência perigosa é tratar o assunto de maneira apocalíptica. Só se preveem coisas ruins com as mudanças climáticas. É preciso trazer outros pontos de vista. É preciso lançar um pouco de racionalidade à questão, sobretudo quando se trata de hipótese inverificável. É curioso como os cientistas, senhores da razão e ateus, adotam nessa hora uma linguagem totalmente religiosa. Eles falam de toda a teologia do fim dos tempos, das catástrofes, do homem vitimado e castigado com o dilúvio, como Noé”.

Não resta dúvida que a questão ambiental caminha rumo a um entendimento muito mais maduro e equilibrado. Para uma convivência pacifica que atenda a todas as necessidades do homem e da natureza de forma sustentável. Ainda vivemos os reflexos de dois antagonismos: O Capitalismo Selvagem que mergulhado n ganancia incompreensível de destruir radicalmente tudo para plantar oceanos de cultivos voltados para o agronegócio e o Extremismo Ambiental que acha que tudo deve ficar intocável. Ou chegamos a um consenso ou do contrário teríamos contestar as estradas e a extensão das terras cultivadas, parar a construção de barragens, denunciar os danos das barragens existentes, libertar os rios represados e devolver à vida selvagem milhões de acres de terra atualmente explorados. Deveríamos retroceder e ficar as escuras sem as hidrelétricas, viajar em lombos de animais, embarcações a vela ou a vapor?Veja o que diz  Patrick Moore, Co-fundador da Greenpeace – “ A outra razão pela qual o extremismo ambiental surgiu foi o fracasso do comunismo mundial. O muro caiu, e um monte de pacifistas e ativistas políticos migraram para o movimento ambientalista trazendo seu neo-marxismo consigo. Aprenderam a usar a "língua verde" de um jeito muito inteligente para disfarçar programas que na verdade tinham mais a ver com anticapitalismo e antiglobalização que com ecologia ou ciência".

 DISTORÇÕES DE PENSAMENTOS

Veja como pensa alguns ambientalistas extremistas a exemplo :

Ted Turner, bilionário fundador da CNN: “O ideal seria que a população mundial fosse de 250-300 milhões de pessoas, quer dizer uma diminuição de 95% dos níveis atuais.”.

Jacques Yves Cousteau: “Para estabilizar a população mundial nós devemos eliminar 350.000 pessoas por dia. É horrível dizê-lo, mas é igualmente horrível não dizê-lo”. (Courrier de l'Unesco).

Paul Ehrlich, no livro “The Population Bomb”, Ballantine Books 1968: “Um câncer é uma multiplicação descontrolada de células; a explosão populacional é uma multiplicação descontrolada de pessoas... Nossos esforços devem passar do tratamento dos sintomas para a extirpação do câncer… Nós devemos ter um controle populacional… compulsivo se os métodos voluntários fracassam”.

Vejam que as alternativas de controle social dos ambientalistas mais radicais chega a ser tão cruel quanto às medidas aplicadas pelos fascistas.

"A maior ameaça à liberdade, à democracia, à economia de mercado e à prosperidade hoje em dia é o ambientalismo, não o comunismo. A ideologia ecologista quer substituir o livre e espontâneo desenvolvimento da humanidade com uma espécie de planificação central que agora é chamada de global”. Václav Klaus, ex-presidente da República Checa.

A grande dificuldade dos extremistas é que criticam mais na hora de apresentar alternativas viáveis dão exemplos vagos. Insistem nas “energias renováveis”, mas seu discurso fica incompreensível quando se constata que não há ainda tecnologia que torne esses recursos substitutos viáveis das energias convencionais. Apontam para a vocação natural, mas não mostram a viabilidade de projetos que possam atender a todas as necessidades do povo.

O DISCURSO DIFERENTE DA PRÁTICA

Como posso ser contra o desenvolvimento que para plantar tem que desmatar, se na hora de consumir uso a soja e seus derivados, carne bovina e outros produtos que sacrificam milhões de hectares de matas para abastecer o mercado e movimentar o mercado de trabalho e financeiro? É fácil fazer o discurso do corretamente ecológico sem se auto sacrificar. 

Todos os ambientalistas radicais que conheço usufruem de aviões, carros, roupas de marca que usam tanto material sintético (Industrial) como o algodão (natural), esse sacrifica milhões de hectares do bioma do cerrado. Para mudar a forma de pensar da grande maioria teremos de mudar as atuais formas globais de produção, consumo e mercado já causaram uma destruição massiva do meio ambiente, incluindo as espécies animais e vegetais sem a menor preocupação de compensação. 

Existem alternativas sim, mas para isso teríamos que abrir mão de uma série de confortos e facilidades que estão ao nosso alcance via mercado industrial. Abrir mão de computadores, celulares e uma infinidades tecnológicas que dependem do sacrifício das minas de ferro, níquel, prata, ouro , etc. Existem dois caminhos alternativos a seguir os quais a humanidade terá que se auto educar: Conviver pacificamente com o desenvolvimento de forma equilibrada compensando os impactos e fiscalizando os atos de quem produz, garantindo o tripé da sustentabilidade e mantendo assim as garantias e usufruto das beneficies do desenvolvimento; ou retomar a vida agropastoril onde cada família vive em seu meio sem nenhuma influência tecnológica formando comunidades filosóficas que se sustentam de tudo que produz entre si numa forma de escambo!


SERÁ QUE TODOS ESTÃO PREPARADOS PARA UMA MUDANÇA COMO SUGERE:


James Cameron ‒ “Gente, nós temos que evoluir mentalmente e filosoficamente para algo que nunca existiu antes. Nós precisamos nos transformar num povo tecno-indígena da Terra toda, não de um Estado, mas de um planeta” (Sillicon Valley, oct 2010) ;

Paul Singer “o padrão de consumo no mundo vai ter que mudar. Teremos que fazer um só automóvel levar mais gente, criar bolsões de bicicleta e ciclovias, entre outras coisas. O aquecimento global deve ser contido o mais depressa possível. Teremos que voltar a uma dieta de cereais. Seremos condenados à fome se não mudarmos nossa forma de alimentação.”



quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Presidente da Bamin fala sobre ferrovia e Porto Sul na Assembleia

Eduardo Ledsham, em audiência pública na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA).
Com o objetivo de transformar a Bahia no terceiro maior produtor de ferro do país, a Bamin só aguarda o fim do processo de desapropriação em Ilhéus para inciar as obras do Porto Sul. Por ele e a Ferrovia Oeste-Leste (Fiol), cuja conclusão das obras ficará a cargo da inciativa privada, a empresa estima exportar 18 milhões de toneladas de minério por ano e redesenhar o mapa da mineração no Brasil. As expectativas foram feitas pelo presidente da Bamin, Eduardo Ledsham, em audiência pública na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA).

O evento foi promovido pela Comissão Especial da Ferrovia de Integração Oeste Leste e do Porto Sul da ALBA, presidida pelo deputado Antonio Henrique Jr. (PP), e contou ainda com as participações do chefe de gabinete da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), Luiz Gugé; e o assessor de Estudos Técnicos da Federação das Indústrias do Estado (Fieb), Maurício Pedrão. Antes da audiência, Eduardo Ledsham se reuniu com o presidente da Assembleia, Nelson Leal (PP), e adiantou algumas informações sobre essas duas obras consideradas essenciais para o desenvolvimento da Bahia.

Na audiência pública, o presidente da Bamin afirmou que o investimento da empresa chegará a R$10 bilhões na mina e no Porto Sul, em Ilhéus. “Os empreendimentos da Bamin vão gerar mais de 10 mil empregos diretos e 60 mil indiretos, durante a implantação, e de 1.500 empregos diretos e 9 mil indiretos na operação”, contabilizou Ledsham, no encontro. Ainda segundo ele, a empresa está comprometida com desenvolvimento regional e tem a meta de contratar pelo menos 60% da mão de obra local. “Em Ilhéus já concluímos o treinamento de 400 pessoas que estarão preparadas para trabalhar no Porto Sul assim que as obras comecem”, afirmou.

Para o início das obras do Porto Sul, Eduardo Ledsham explicou que a empresa só aguarda agora o processo de conclusão das desapropriações, cuja responsabilidade é do Governo do Estado. “Ainda existe uma disputa judicial para se resolver”, explicou o presidente da Bamin. De acordo com ele, todo licenciamento ambiental das obras do porto já está resolvido. “O licenciamento demorou sete anos para sair, mas hoje está concluído”.

Só no Porto Sul, segundo ele, o investimento da Bamin chegará a R$4 bilhões. “O terminal terá capacidade de movimentar mais de 40 milhões de toneladas por ano e terá uma infraestrutura moderna e altamente avançada para garantir eficiência”, afirmou Ledsham. O equipamento, acrescentou, poderá receber grandes embarcações de até 220m de comprimento e calado com carga total de 18,3m. De acordo com Ledsham, o porto não só escoará a produção de minério da Bahia, mas também de fertilizantes e grãos produzidos sobretudo no Oeste baiano.

Para que isso aconteça, lembrou ele, é necessário a conclusão da Ferrovia Oeste-Leste. Depois de pronta a Fiol, que foi dividida em quatro trechos, será integrada à Ferrovia Norte-Sul, aumentando a capacidade de exportação por estas duas vias. O primeiro trecho, de Ilhéus a Caetité, com extensão de 537 km, já tem cerca de 72% de execução física da obra completada. O restante será concluído pela inciativa privada.

Para tanto, continuou o presidente da Bamin, o governo deve leiloar para concessão da iniciativa privada esse primeiro trecho ainda este ano. “É preciso que isso seja feito logo, porque a cada dia que se adia o leilão, mas reinvestimento é necessário para se manter a estrutura atual”, afirmou ele. Quando concluída, a Fiol terá 1.527 km de extensão e ligará o Porto Sul a Figueirópolis, no Tocantins, onde será conectada à Ferrovia Norte-Sul.

No final da audiência, o deputado Antônio Henrique Jr. informou que os integrantes da comissão farão uma visita tanto às obras do Porto Sul como do primeiro trecho da Fiol. “Queremos ver de perto o andamento dessas obras estruturantes para a Bahia”, afirmou o presidente do colegiado. Eduardo Ledsham disse que será um prazer receber os deputados e afirmou que eles poderão inclusive percorrer um trecho da ferrovia. “Temos recebido a visita de muitos prefeitos e vereadores de municípios próximos, além de estudantes que se interessam muito ao descobrir a importância do setor de mineração”, disse  Ledsham.

Fonte: https://www.al.ba.gov.br/midia-center/noticias/37886