Pais, alunos e pequenos agricultores dos mais diversos distritos, vilas e povoados de Ilhéus realizaram na manhã desta quarta-feira (23) um ato de protesto em frente ao Palácio Paranaguá contra o descaso da Prefeitura com a zona rural do município, em especial para o problema da educação, já que a maioria das escolas do interior está fechada, não há merenda escolar e em muitas delas o ano letivo ainda não foi iniciado. As comunidades também denunciaram o atual desumano do governo municipal com os estudantes, que está obrigando as crianças a andar cerca de dez quilômetros todos os dias para se dirigirem às poucas escolas que estão funcionando e ainda assim, precariamente.
Participaram do movimento de protesto presidentes de associações de moradores e agricultores, pais e alunos dos distritos e comunidades do Japu, Rio do Engenho, Cururutinga, Retiro, Búzios, Repartimento, Santana, Santaninha, Valão, Sapucaeira, São Bento, Acuípe, Carobeira, Maria Jape e diversas outras localidades da zona rural de Ilhéus. O ato de protesto contou ainda com o apoio dos vereadores Gildeon Farias (Dero), Lukas Paiva e Cosme Araújo, representantes da APPI/APLB-Sindicato e também a deputada estadual Ângela Sousa, que denunciaram a situação de abandono em que se encontra a zona rural de Ilhéus, não somente na área da educação, como também nos setores de saúde, transportes e assistência social.
Participaram do movimento de protesto presidentes de associações de moradores e agricultores, pais e alunos dos distritos e comunidades do Japu, Rio do Engenho, Cururutinga, Retiro, Búzios, Repartimento, Santana, Santaninha, Valão, Sapucaeira, São Bento, Acuípe, Carobeira, Maria Jape e diversas outras localidades da zona rural de Ilhéus. O ato de protesto contou ainda com o apoio dos vereadores Gildeon Farias (Dero), Lukas Paiva e Cosme Araújo, representantes da APPI/APLB-Sindicato e também a deputada estadual Ângela Sousa, que denunciaram a situação de abandono em que se encontra a zona rural de Ilhéus, não somente na área da educação, como também nos setores de saúde, transportes e assistência social.
Durante o movimento o vereador Dero fez um relato dos muitos problemas enfrentados atualmente pelos moradores da zona rural que, segundo ele, foram abandonados pelo atual governo municipal. De acordo com o vereador, muitas escolas estão fechadas e as poucas que estão em atividades funcionam precariamente, com o sistema multisseriado de cursos, onde os alunos de diversas séries acabam se amontoando no mesmo espaço, o que dificulta ainda mais a aprendizagem. O vereador Dero disse ainda que o Conselho de Desenvolvimento Rural, representado pelas mais diversas associações de produtores, tentou por várias vezes discutir com o governo municipal sobre os problemas da zona rural de Ilhéus, mas até o momento o prefeito Jabes Ribeiro não se disponibilizou a ouvir a comunidade.
Dero lamentou que apesar da realização do movimento ordeiro em frente ao Palácio Paranaguá, onde estavam presentes autoridades e representantes de dezenas de comunidades do interior, nenhum representante do governo municipal se prontificou a ouvir as reivindicações dos pais, alunos e pequenos agricultores. O vereador disse ainda os problemas na zona rural são muitos e caso não sejam resolvidos já estão programados outros atos de protestos como forma de sensibilizar a atual administração para que possa tratar os moradores do interior com mais respeito e dignidade.
Ainda durante o movimento pais de alunos informaram que seus filhos chegam a andar dez quilômetros todos os dias para chegarem à escola, subindo e descendo ladeiras. Muitas das crianças acordam às quatro horas da manhã e chegam a passar fome, já que não existe merenda escolar. “Isso é uma humilhação que estão fazendo com a gente”, disse uma mãe emocionada e indignada com a situação. Estudantes também pediram socorro ao prefeito e fizeram um apelo para que resolva logo essa situação. “Nós somos o futuro do Brasil e não estamos mais aguentando essa humilhação”, disseram duas estudantes que participaram do protesto.
Dero lamentou que apesar da realização do movimento ordeiro em frente ao Palácio Paranaguá, onde estavam presentes autoridades e representantes de dezenas de comunidades do interior, nenhum representante do governo municipal se prontificou a ouvir as reivindicações dos pais, alunos e pequenos agricultores. O vereador disse ainda os problemas na zona rural são muitos e caso não sejam resolvidos já estão programados outros atos de protestos como forma de sensibilizar a atual administração para que possa tratar os moradores do interior com mais respeito e dignidade.
Ainda durante o movimento pais de alunos informaram que seus filhos chegam a andar dez quilômetros todos os dias para chegarem à escola, subindo e descendo ladeiras. Muitas das crianças acordam às quatro horas da manhã e chegam a passar fome, já que não existe merenda escolar. “Isso é uma humilhação que estão fazendo com a gente”, disse uma mãe emocionada e indignada com a situação. Estudantes também pediram socorro ao prefeito e fizeram um apelo para que resolva logo essa situação. “Nós somos o futuro do Brasil e não estamos mais aguentando essa humilhação”, disseram duas estudantes que participaram do protesto.
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