segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Você pagaria 228 euros por uma tablete deste chocolate especial?







Apenas o cacau da mais alta qualidade, cultivado por 14 camponeses da costa do Equador, é utilizado no fabrico deste chocolate, cujo preço ascende aos 228,50 euros por tablete.

Para elaborar uma tablete de chocolate com cerca de 42,5 gramas, os mestres chocolateiros cumprem um protocolo de 36 processos.

De acordo com o co-fundador Jerry Toth, «Fazemos o chocolate com o mesmo cuidado e precisão que observamos nos grandes vinhos e no whisky premium».

Nos dialectos antigos do Equador, o nome «To´ak» significa «Terra» e «Árvore», aponta a imprensa britânica.

Para provar este requintado chocolate é aconselhado o uso de pinças de madeira, de modo a ser mais fácil percepcionar o aroma do cacau.

O preço é tão elevado porque, ao contrário da quase totalidade dos chocolates à venda (95%), que são feitos com cacau produzido em massa; este produto cai nos restantes 5%, utilizando apenas o cacau da mais alta qualidade.

As barras apresentam 81% de cacau e o resto é açúcar. Os raros grãos são cultivados na costa do Equador e depois são fermentados, até se tornarem chocolate líquido.

O líquido é posteriormente endurecido e um único grão de cacau, moldado à mão, é colocado no centro. Tem que ser um grão «perfeito», com entre 7 e 8 milímetros.

Apesar de haver chocolates à venda com um preço ainda maior, os criadores afirmam que este é o mais caro «chocolate puro», sem aditivos que fazem elevar o preço.

«É o mais caro chocolate negro puro do mundo, sem extravagâncias como folhas de ouro ou diamantes para fazer subir o valor», sublinhou Carl Schweizer, também co-fundador da To’ak.

«Produzimos o nosso chocolate no país de origem, e focamo-nos numa fonte de apenas 14 camponeses de pequena escala. Trabalhar numa escala pequena como esta permite-nos estar 100% envolvidos em cada passo do fabrico: desde a terra até à tablete de chocolate», concluiu.

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