Construção está prevista para o segundo semestre de 2015.
Grupo responsável pelo porto fechou contrato com construtora.
As obras do porto Itaoca Offshore em Itapemirim, na região Sul do Espírito Santo, vão abrir mais de 1.450 vagas de trabalho a partir do segundo semestre de 2015. O grupo responsável pelo empreendimento fechou contrato com uma construtora para começar a construção de sua base de apoio logístico offshore. O prazo para a conclusão da obra é de 24 meses.
Além dos empregos gerados na construção, quando o porto estiver em atividade, cerca de 450 empregos diretos e 1 mil indiretos devem ser gerados na região. O negócio permitirá ainda a instalação de empresas fornecedoras de serviços e insumos na área portuária.
A previsão é de que o porto entre em operação no início do segundo semestre de 2017.
Segundo o diretor da empresa Itaoca Offshore, Álvaro de Oliveira Junior, foram desenvolvidos pesquisas e estudos para escolher a empresa que seria responsável pelas obras. Entre as questões avaliadas estão as tecnologias utilizadas no processo construtivo e se o modo de operação atendem aos quesitos econômicos, sociais e ambientais estabelecidos para o projeto.
O empreendimento visa ao fornecimento de serviços e apoio logístico para o mercado petrolífero do sudeste, particularmente para as bacias de Campos e do Espírito Santo. A empresa também está buscando certificação ambiental para ser o primeiro “porto verde” do país.Agora, as duas empresas vão estabelecer as formas de trabalho. Foram iniciados novos estudos para edificação do terminal que terá uma área continental de 660 mil metros quadrados. O porto terá uma ponte sobre estacas numa área de 90 mil metros quadrados, 11 berços de atração simultânea, um cais de serviços com 300 metros quadrados e profundidade natural de 9,5 metros.
“Tudo será voltado exclusivamente para a indústria de petróleo e gás. Nesse tipo de indústria, onde as extremidades da cadeia utilizam equipamentos com custos diários altíssimos, é impensável considerar a interrupção das operações. A oferta de uma solução integrada como Itaoca Offshore representa para essa indústria a certeza que suas exigências sobre confiabilidade, segurança e agilidade serão atendidas”, afirmou Álvaro.
Outro diferencial importante do empreendimento é que ele abrigará um centro administrativo completo para reduzir os impasses dos trâmites burocráticos e agilizar documentações. “Nosso terminal, por ser focado e dedicado apenas ao segmento de petróleo e gás, não irá apenas suprir essa demanda, mas contribuir para o desenvolvimento econômico de toda a região”, detalhou Oliveira.
Grupo responsável pelo porto fechou contrato com construtora.
As obras do porto Itaoca Offshore em Itapemirim, na região Sul do Espírito Santo, vão abrir mais de 1.450 vagas de trabalho a partir do segundo semestre de 2015. O grupo responsável pelo empreendimento fechou contrato com uma construtora para começar a construção de sua base de apoio logístico offshore. O prazo para a conclusão da obra é de 24 meses.
| Obra de porto offshore deve gerar mais de 1,4 mil empregos no Espírito Santo |
Além dos empregos gerados na construção, quando o porto estiver em atividade, cerca de 450 empregos diretos e 1 mil indiretos devem ser gerados na região. O negócio permitirá ainda a instalação de empresas fornecedoras de serviços e insumos na área portuária.
A previsão é de que o porto entre em operação no início do segundo semestre de 2017.
Segundo o diretor da empresa Itaoca Offshore, Álvaro de Oliveira Junior, foram desenvolvidos pesquisas e estudos para escolher a empresa que seria responsável pelas obras. Entre as questões avaliadas estão as tecnologias utilizadas no processo construtivo e se o modo de operação atendem aos quesitos econômicos, sociais e ambientais estabelecidos para o projeto.
O empreendimento visa ao fornecimento de serviços e apoio logístico para o mercado petrolífero do sudeste, particularmente para as bacias de Campos e do Espírito Santo. A empresa também está buscando certificação ambiental para ser o primeiro “porto verde” do país.Agora, as duas empresas vão estabelecer as formas de trabalho. Foram iniciados novos estudos para edificação do terminal que terá uma área continental de 660 mil metros quadrados. O porto terá uma ponte sobre estacas numa área de 90 mil metros quadrados, 11 berços de atração simultânea, um cais de serviços com 300 metros quadrados e profundidade natural de 9,5 metros.
“Tudo será voltado exclusivamente para a indústria de petróleo e gás. Nesse tipo de indústria, onde as extremidades da cadeia utilizam equipamentos com custos diários altíssimos, é impensável considerar a interrupção das operações. A oferta de uma solução integrada como Itaoca Offshore representa para essa indústria a certeza que suas exigências sobre confiabilidade, segurança e agilidade serão atendidas”, afirmou Álvaro.
Outro diferencial importante do empreendimento é que ele abrigará um centro administrativo completo para reduzir os impasses dos trâmites burocráticos e agilizar documentações. “Nosso terminal, por ser focado e dedicado apenas ao segmento de petróleo e gás, não irá apenas suprir essa demanda, mas contribuir para o desenvolvimento econômico de toda a região”, detalhou Oliveira.
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