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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

AGU garante validade de licenciamento ambiental do maior projeto portuário do país, o Porto Sul, em Ilhéus/BA


 O complexo prevê investimentos totais de R$ 5,6 bilhões em 25 anos e será integrado à Ferrovia Oeste-Leste, permitindo o escoamento da produção baiana, principalmente de grãos e minérios, de acordo com o governo do Estado da Bahia.
Os trabalhos só poderão ser iniciados porque a Procuradoria Federal Especializada junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (PFE/Ibama) e a Procuradoria Seccional Federal em Ilhéus (PSF/Ilhéus) demonstraram a validade das licenças ambientais do empreendimento, que estavam sendo questionadas pelo Ministério Público Federal (MPF), juntamente com o Ministério Público do Estado da Bahia (MP/BA), em duas ações civis públicas.

A primeira pedia, por meio de liminar, a anulação da Licença Prévia (LP) nº 447/2012, concedida pelo Ibama. Já no caso da segunda ação, o MPF, também em parceria com o MP/BA, acusou o Ibama de fragmentar o processo de licenciamento de estrada já existente que terá que ser readequada para suportar o tráfego gerado pelo Porto Sul.

Por sua vez, a AGU assegurou a validade das licenças ambientais concedidas ao complexo portuário ao demonstrar que a proibição de retirada de vegetação na Mata Atlântica, prevista na Lei da Mata Atlântica, não é absoluta.

Segundo os procurados federais, a própria legislação do bioma prevê que a retirada da vegetação "poderá ser autorizada em caso de utilidade pública e interesse social", o que é o caso do Porto Sul, projeto "que será um motor de desenvolvimento para a região, fundamental para o futuro da Bahia e da economia local".

Além disso, a PFE/Ibama e a PSF/Ilhéus atestaram que a localidade escolhida para a instalação do complexo, no distrito de Aritaguá, é a mais correta. Os advogados públicos explicaram que os impactos na região serão mínimos e as medidas mitigadoras exigidas pela autarquia federal são suficientes para compensar as perdas ao meio ambiente.

As procuradorias da AGU ainda destacaram que o constante monitoramento da aplicação das medidas é permanente e não é limitado apenas à fase da instalação, mas ocorre também durante a operação do Porto. Além disso, destacaram que, se as medidas não se revelaram eficazes ou suficientes, novas providências poderão ser tomadas pelo Ibama.

Antes de tomar qualquer decisão, o magistrado resolveu pela realização de audiência, para ouvir depoimentos de especialistas de ambas as partes. Após escutar os argumentos apresentados pelos peritos dos dois lados, a Vara Única da Justiça Federal em Ilhéus/BA acolheu os argumentos da AGU, rejeitou os pedidos de liminar das duas ações e confirmou a validade das licenças ambientais emitidas pelo Ibama, garantindo, assim, o início da construção do Porto Sul.

"A matéria foi estudada por especialistas do órgão ambiental do município de Ilhéus, bem como do Ibama e o risco apresentado pelo Ministério Público Federal e Estadual na exordial não me restou demonstrado de plano, de forma a ensejar a suspensão do licenciamento", defendeu o magistrado.

Histórico

Além dessas ações, a AGU já conseguiu, até o momento, outras decisões favoráveis ao projeto portuário. A primeira ação contra o Porto Sul tinha como objetivo a realização de mais audiências públicas, o que foi deferido pela Justiça. Em momento algum, a validade da LP nº 447/12 foi questionada, até mesmo porque ela ainda não havia sido concedida.

Já a segunda pedia a nulidade da licença prévia, alegando que não teriam sido efetuadas audiências públicas após o recebimento das complementações ao estudo do Ibama. Para resolver a questão, foi homologado Termo de Ajuste de Conduta, que pôs fim à controvérsia quanto à validade ambiental do empreendimento.

A PFE/Ibama e a PSF/Ilhéus são unidades da Procuradoria-Geral Federal, órgão da AGU.

Ref.: ACP 0001899-68.2014.4.01.3301 e ACP 0001937-80.2014.4.01.3301 - Vara Única da Justiça Federal em Ilhéus/BA - Tribunal Regional Federal da 1ª Região

Durante o período eleitoral os opositores ao projeto Porto Sul, no Sul da Bahia, dispararam suas calunias alarmistas contra a obra que se encontra (7) anos atrasada  por conta principalmente dos falsos ambientalistas, dos MPs e do IBAMA.

No primeiro turno apostaram todas suas fichas no Governo Paulo Souto e Marina, ambos derrotados. A alternativa foi apostar em Aécio, outra vez derrotados. Agora voltam a todo vapor com politicas alarmistas, petições, reportagens com supostos especialistas em impactos, mesmo tendo visitado o Brasil por três dias o cara condena tudo.

O povo de nossa região conhece bem a intenção desse grupo de pseudos ambientalistas que é alimentado   por um membro da família Marinho, o qual possui uma mansão nas falésias de Villas de São José, Itacaré; 
A primeira mansão, a mesma em detalhe embaixo, pertence a família global (Marinhos)


o outro alimentador  é o Empresário Guilherme Leal que possui a maior parte das áreas no entorno da Vila de Serra Grande, município de Uruçuca.Conforme fotos abaixo.






Acredita-se que ambos não desejam que o desenvolvimento não chegue à região para não atrapalhar os seus projetos pessoais os quais não estão bem claros.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Guilherme Leal, da Natura, se une a Richard Branson no movimento B-Team


A empresa de cosméticos é a única brasileira a ter um representante no grupo


Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
Leal é membro do Conselho de Administração da Natura, foi candidato a vice-presidente nas últimas eleições na chapa de Marina Silva, e atualmente se interessa em adquirir fazendas de cacau na região do Rio do Braço (Ilhéus-ba) e Serra-Grande(UR-Ba), nesta última onde possui um conjunto de mansões.


A Natura, representada pelo membro do Conselho de Administração Guilherme Leal, passou a integrar o movimento internacional B-Team. Liderado por Richard Branson, fundador do grupo de entretenimento e telecomunicações Virgin, e Jochen Zeitz, chairman da fabricante de artigos e roupas esportivas Puma, o B-Team quer engajar corporações e líderes globais ao lema “Pessoas-Planeta-Lucro” e propor soluções para que conciliem receita e responsabilidade socioambiental.


Nesta última quinta-feira (13), em Londres, o B-Team anunciou oficialmente a formação do grupo e a participação da única empresa latinoamericana no time. Entre os desafios do B-Team, estão a valoração econômica dos impactos sociais e ambientais; definição de incentivos que possibilitem a evolução para essa sociedade em transformação; e a discussão sobre as características ideais para as lideranças globais.

A Natura contribuirá com sua plataforma de conhecimento estruturado. A histórica experiência com a sociobiodiversidade e as ações para mapeamento e dos impactos ambientais da cadeia de valor, entre outras, refletem a sinergia da empresa às crenças do movimento.

O B-Team é formado por membros como Econet, Celtel, PPR Kering, UN Foundation, Soho, Graamen Bank e Unilever.

Informação da Redação, www.administradores.com